
O projeto n.º 39555_ InfraCrit pretende que a gestão, a proteção, e a previsão do risco sujeito a um determinado evento sejam feitos de forma integrada e em tempo real, numa plataforma SIG colaborativa, modular e preparada para trabalhar com grandes volumes de dados. Nesse âmbito, será desenhada e construída uma Infraestrutura de Dados Espacial (IDE) suportada por um conjunto de recursos e serviços, que permite: a gestão do cadastro das IC; a obtenção de mapas de criticidade; acompanhar a evolução do grau de criticidade das infraestruturas em análise, cruzando-o com um mapa de vulnerabilidade para diferentes tipos de eventos; e determinar as zonas afetadas por um evento e respetivas consequências, a partir dos resultados gerados pela simulação desse evento, ao qual estão associados mapas de vulnerabilidade. Para isso o projeto centra-se em 8 atividades: A1-Arquitetura do software; A2-Platfaorma de SIG de (identificação) Infraestrutura Criticas: SIGPIC; A3- Módulo de gestão de risco; A4- Módulo de modelos preditivos de gestão de risco; A5-Módulo de modelos de simulação/correlação de eventos; A6-Testes e ensaios piloto; A7-Divulgação, promoção e disseminação do Infra Crit; A8- Coordenação e gestão técnica do projeto. Assim a SIGPIC suportará um conjunto de recursos e seviços de modo a possibilitar: a gestão do cadastro das IC, permitindo a cada operador, mediante o seu nível de permissões, fazer a inserção, edição e consulta das suas IC; a obtenção de mapas de criticidade, assumindo a vulnerabilidade de diferentes infraestruturas sujeitas a distintos eventos, tais como incêndios, sismos, inundações; acompanhar a evolução do grau de criticidade das infraestruturas em análise, cruzando-o com um mapa de vulnerabilidade para diferentes tipos de eventos, permitindo, assim, a identificação, a curto e longo prazo, de quais as IC e qual a sua vulnerabilidade aos diferentes riscos; e a partir dos resultados gerados pela simulação de um evento, ao qual estão associados mapas de vulnerabilidade, determinar as zonas afetadas por esse evento e respetivas consequências; desta forma, as autoridades responsáveis pela gestão de infraestruturas críticas dispõem de uma ferramenta que correlacione a falta de operacionalidade de uma infraestrutura e as consequências daí resultantes.